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By SOCORRO BRAGA
Este Cordel celebra o esforço de cada aluno, a disciplina de cada equipe, onde tudo o que foi estudado, foi contemplado com êxito. 5ª série -2005 Escola André Alves
ROMEU E JULIETA
A mesma a seu amor não respondia
Precisava conhecer outras moças
Pois do jovem o que seria
E no ver de Benvolio
Ela nada merecia.
Vá a busca de um novo amor
Pois sua velha paixão
Só lhe traz a forte dor
E ao ver tantas jovens
Conheceu a mais bela flor
Seu nome é Julieta
Corresponde ao rapaz
E ao se apaixonar por ela
O jovem não sabe o que faz
Entre as duas famílias
Mais inimizade traz
Ao Montague reconheceu
Tebaldo provocando
E Romeu não concedeu
Para evitar o escândalo
Nada mais aconteceu
No acaso se encontrar
Mesmo sendo inimigos
Queriam se casar
E o jovem pede ao Frade
Para o matrimônio celebrar
Romeu depois de casado
Mata Tebaldo capuleto
E o príncipe daquele reinado
Decide que o jovem
De Verona seja exilado
Que com Páris sua filha se case
A jovem busca auxilio
E vai direto ao Frade
Que lhe dá um liquido para que durma
Até que dois dias se passe
E sepultaram em belo mausoléu
Romeu já sabendo
Vai encontro ao seu céu
E na jovem morta quer
Dá o último beijo de mel
Ao chegar no tumulo
Com um frasco de veneno
Páris ao ver o criminoso
Outra batalha acontecendo
Páris cai no chão funebre
Outro jovem está morrendo
De uma só tomada
Julieta ao despertar
No seu peito dá uma punhalada
E com a morte do casal
Surge a paz organizada.
De um casal sonhador
Que não conseguiu
Concretizar o seu amor
Depois de tanto estudo
Terminamos com louvor.
A tragédia começou
Por uma vil serpente
Hamlet fica triste
Pelo pai agora ausente
O rei perde a vida
E o irmão ganha o presente
Não acredita em ninguém
O jovem perturbado
E na meia noite
Por seu pai é visitado
E ao príncipe Hamlet
Toda história é revelada
O seu tio assassino
Ele tem conhecimento
O casório de sua mãe
Agora um sofrimento
E a vingança do rapaz
Toma conta o sentimento
O tio desconfiado
Ele finge insanidade
Agora Ofélia seu amor
Não é mais felicidade
Para sua vingança
Toda criatividade
Polônio pai de Ofélia
Hamlet o mesmo matou
E pelo terrível erro
O jovem lamentou
E o rei para Inglaterra
O príncipe Hamlet exilou
De volta a pátria
Ainda mais misterioso
Numa peça teatral
Mostra o rei ambicioso
Onde matou Hamlet pai
Num ato rigoroso
Ofélia a bela amada
Morre de tanto desgosto
Seu irmão Laertes
Agora disposto
Era um homem de bem
No momento o oposto
Laertes o desafia
Pela irmã e o pai
Uma arma envenenada
Do rei é que sai
Laertes o atingiu
Seu esgrima cai
Na confusão o príncipe
Pega o esgrima enganado
Laertes o vingador
É agora envenenado
Para o outro mundo
Laertes é mandado
Gertrudes também
Morre envenenada
O príncipe em seu tio
Dá uma apunhalada
Hamlet ao morrer
Quer sua vida bem lembrada
E essa foi à história
Que acabamos de contar
E por muito tempo
Dela vamos nos lembrar
Com você caro leitor
Vamos todos viajar.
MACBETH
No reinado da Escócia
Um bom rei existia
E todo os elogios
O monarca merecia
E Macbeth seu parente
Uma guerra já vencia
Macbet numa floresta
Do nada vai entrar
Três bruxas profecias
Começaram revelar
Que o reino da Escócia
Ele todo vai tomar
Obcecado pela idéia
Ele no rei vai dar fim
Iludido pela esposa
E tudo acaba assim
O homem ambicioso diz
- Quero tudo para mim
Os filhos do rei morto
Pedem auxilio a Inglaterra
Para tirar do falso rei
A mais bela terra
O rei é Macbeth
É agora o rei que berra
Macbeth para ter
O futuro em mente
Vai a busca das bruxas
No bosque novamente
E vê um futuro bom
É isso que ele sente
Pois ele não morre
De homem nascido de mulher
Pouco amado pelo povo
Já não sabe o que quer
Só espera o futuro
- Pode vi o que vier
O barão Macduff
De mulher não nasceu
E parece que Macbeth
Essa guerra já perdeu
E foi de grande culpa
Que sua esposa faleceu
Foi ele prevenido
De Macduff ter cuidado
E foi por esse barão
Macbeth assassinado
E os filhos de Duncan
De retorno ao reinado.
Contamos uma história
De um homem ambicioso
Uma história de Shakespeare
Um conto maravilhoso
Foi um trabalho bonito
Num entanto audacioso.
OTELO
Veneza há muito tempo
Um homem de pensamento
Ele é o senador Brabâncio
Quer pra filha casamento
Pois na sua fortuna
Ele quer um bom aumento
Na escolha do marido
Nenhum deles ela gostou
E o general Otelo
muitas guerras já ganhou
foi por esse grande guerreiro
Que Desdêmona se apaixonou
O amor é de ambos
E decidem se casar
Brabâncio muito bravo
A justiça quer levar
E quem ganha é Otelo
que pra longe vai mudar
Miguel Cássio bom amigo
Da esposa e do marido
A ajudante-de-ordens
O rapaz é promovido
E Iago planeja o mal
De inveja está ardido
Iago a Otelo
Quer mostrar a traição
Onde entre Cássio e a esposa
Está havendo uma paixão
De ciúme o esposo Otelo
Já não mostra mais razão
Otelo em Iago acredita
E demonstra-se irado
Iago muito feliz
Pois dá certo planejado
Otelo ao amigo Cássio
Já queria ter matado
Desdêmona a esposa
Por Otelo foi morta
Surge de imediato
Entrando pela porta
Cássio comprovando
Que foi mentira porca
O fim da trama
No momento aconteceu
Otelo não suporta
E acerta o peito seu
E o próximo infeliz
Foi Iago que morreu
Aprendemos nesse conto
Que não podemos confiar
Nas pessoas de má fé
Nem tão pouco acreditar
E Shakespeare se preocupou
Em tudo isso nos mostrar
A FURIA DOMADA
Batista velho rico
Quer pra filha casamento
Seu nome é Catarina
De forte temperamento
Que não há candidato
Para tal sofrimento
Petruquio muito belo
Homem de bom porte
Pergunta para o pai
Qual o valor do dote
Batista a pensar
- não merece tal sorte.
Catarina a fera
Parece indomável
Petruquio bom artista
Mostra-se amável
Pois cata a fera
Quer que fique maleável
O casamento acontece
Sem a moça querer
Petruquio faz de tudo
Para Catarina sofrer
Já ficando mansa
Sem mais nada a fazer
Catarina sem escolha
Respeita o marido
A mesma só pensa
No seu orgulho ferido
É Petruquio que se mostra
Mais doido varrido
Por seu esposo Petruquio
Catarina é vencida
A moça rebelde
Não é mais reconhecida
Pelo grande sucesso
A vitória merecida
Esse conto de Shakespeare
Mostra a força do amor
Nem sempre existe
O vencido e o vencedor
Esse conto com carinho
Nossa turma relatou.
A TEMPESTADE
Pela inveja do irmão
Próspero é deportado
Pois Antônio para duque
Queria ser nomeado
E com ajuda de seu rei
Deu certo o planejado
Por próspero e a filha
Numa a ilha aguardar
Sycorax uma bruxa
Vai sua vida perturbar
Conhecedor da magia
Essa bruxa vai matar
Liberta várias almas
Uma delas Ariel
E educar com carinho
Miranda seu doce mel
E invoca a tempestade
Ao olhar para o céu
O objetivo do mago
É do rei se vingar
Mais Miranda pede
Pra ninguém o pai matar
E ele ordena a Ariel
Para apenas amedrontar
A furiosa tempestade
Do céu a mesma cai
Ariel do jovem príncipe
Separa o velho pai
Em encontro do jovem
É Miranda que vai
Os jovens se apaixonam
Querem logo se casar
A moça admirada
Pensa que está a sonhar
O mago novamente
Faz todos se encontrar
O rei com o amor dos dois
Fica muito emocionado
Pede pra velho mago
Que vá de volta ao ducado
Vão embora felizes
E Ariel libertado
Uma grande conto desse
Só por Shakespeare é contado
Mas aprendemos bastante
Deu um trabalho danado
Por todos nós
Shakespeare vai ser amado.
SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO
Na cidade de Atenas
Uma história a começar
Egeu bravo com Hérmia
- Com Demétrio vai casar
mas a filha rebelde
outro homem está a amar
O quarteto de jovens
Numa confusão se tornou
Hérmia vai fugir com Lisandro
A Helena confessou
Essa ao amar Demétrio
O confesso lhe contou
Hérmia com Lisandro
No bosque a se encontrar
Demétrio com ciúme
Quer Lisandro matar
Nessas horas da noite
Os duendes a brincar
Titânia a rainha
Oberon o rei
Oberon quer o órfão
- O menino terei
Titânia teimosa
- O menino não darei
O rei dos duendes
O temido Oberon
Chama Puck o travesso
É mais rápido que o som
- Vou castigar Titânia
Meu belo tom
Na calada da noite
Um grupo apareceu
Ensaiava uma peça
Para o duque Teseu
O artista de burro
Foi que Oberon escolheu
Os apaixonados
Oberon vai ajudar
Decide que Demétrio
Helena vai amar
Mas o feitiço de Puck
Tudo errado vai dar
Lisandro ao acordar
Foi Helena que viu
Ele ao mostrar amor
Ela ironicamente sorriu
- Por que me enganas
Com juras rapaz vil?
Hérmia e Demétrio
Chegaram no momento
Hérmia da confusão
Não tem conhecimento
Helena pensa que é piada
Não suporta o sofrimento
E logo pertinho
Titânia enfeitiçada
Oberon muito alegre
Dá uma gargalhada
Titânia não dá atenção
Pra criança raptada
O rei Oberon
Já sabendo da confusão
Que Puck seu criado
Fez papel de bobalhão
E o rei nos enamorados
Traz de volta a razão
Oberon de Titânia
O feitiço retirou
Que para os seus braços
A mesma voltou
E a felicidade no bosque
De uma vez retornou
Com a confusão desfeita
Helena e Demétrio
Hérmia e Lisandro
O amor agora certo
E o final feliz
No instante bem perto
O duque Teseu
A esse amor aceitou
Para uma festa em sua casa
Aos quatro jovens convidou
E assistiram à peça
Que o grupo ensaiou
Estudamos muito
Para esse conto recriar
Por um bom tempo nele
Ficamos a sonhar
E queremos por muito tempo
De Shakespeare lembrar.
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